A Carta que Ela Levou à Missa

Uma contabilista paroquial chamada Maria guardou a notificação de demissão no seu missal durante quase doze anos.

Ela a recebera numa sexta-feira à tarde. A paróquia estava a fundir escritórios, o seu cargo de contabilista desaparecera, e o último salário chegaria em duas semanas. O marido morrera no inverno anterior. Havia uma hipoteca, uma fornalha velha e um filho a iniciar o primeiro semestre na faculdade comunitária. Ela conhecia o saldo doméstico até ao último cêntimo: 1.146,38 euros.

No domingo, levou a notificação à missa. Durante o Evangelho, desdobrou-a no seu colo e ouviu: «O vosso Pai sabe que necessitais de todas estas coisas.» Essa frase irritou-a a princípio. Deus sabia. Pois bem. A companhia de eletricidade também sabia, e já lhe dera uma data de vencimento.

Mesmo assim, devolveu o papel ao missal no momento da antífona da Comunhão: «Buscai primeiro o Reino de Deus.» Ficou lá durante empregos temporários, limpezas noturnas de escritório, reparações na fornalha pagas em três prestações e sacos de compras deixados em silêncio por uma vizinha que alegava ter comprado demasiado. A Providência chegou sem teatros. Grande parte dela veio na caligrafia de outras pessoas.

Anos mais tarde, a filha de Maria encontrou a notificação. No verso havia uma lista escrita a esferográfica azul:

7:00 Missa. Ligar ao Sr. D. Conta da luz vence no 14. Perguntar à Joan sobre trabalho noturno. Fazer sopa.

Essa pequena lista é o Evangelho à escala da mesa da cozinha. O Reino veio em primeiro lugar às sete horas. Depois vieram telefonemas, contas, trabalho e o jantar.

«Olhai para a Face do Teu Cristo»

A Igreja Ocidental outrora chamava a este domingo o Domingo dos Dois Senhores. Contudo, a Missa começa antes de qualquer dos senhores ser nomeado. Ela entra no santuário clamando: «Eis, ó Deus, o nosso Protetor, e olhai para a face do Teu Cristo.»

Dom Prosper Guéranger demora-se sobre essa frase. A Igreja aproxima-se do Pai como Esposa de Cristo, pedindo-Lhe que contemple a face do Esposo, cuja vida e méritos são seus. A sua confiança repousa aí. Não traz consigo qualquer garantia independente, nenhuma reserva privada de imortalidade, nenhuma máquina burocrática capaz de se salvar a si mesma. É amada no Amado.

Segue-se a Coleta, quase alarmante na sua candura: «Protegei a Vossa Igreja pela Vossa misericórdia permanente… visto que todos os mortais caem sem Vós.»

Essa frase deveria estar em todas as chancelarias, reitorias, redações, mosteiros e escritórios romanos. A mortalidade humana escorrega sem a graça. Uma cruz peitoral não remove a concupiscência. A eleição para altos cargos não confere prudência em todas as decisões. A indefectibilidade da Igreja é a promessa de Cristo à Sua Esposa; não é uma canonização de cada política adotada pelos seus servidores.

A oração revela também o que significa a proteção divina. Deus guarda a Igreja afastando-a das coisas nocivas e dirigindo-a para a salvação. Por vezes, a Sua misericórdia conforta. Por vezes, expõe a podridão, frustra um plano, dispersa uma instituição ou levanta filhos que se recusam a chamar veneno a um remédio. A proteção pode parecer severa enquanto acontece.

Os católicos que vivem a atual Paixão da Igreja devem tirar coragem da gramática da Coleta. A própria Santa Igreja pede para ser guardada. Pode ser ferida, humilhada, obscurecida e deixada a parecer impotente perante o mundo. A sua necessidade nunca a envergonha. Envia-a para o único Protetor que jamais teve.

«Melhor é um dia nos Teus átrios do que mil noutro lugar.» Melhor uma Missa baixa numa sala emprestada, com cadeiras dobráveis e um teto a pingar, do que mil horas nos brilhantes átrios de um mundo que esqueceu o seu Criador. Melhor uma absolvição proferida num confessionário apertado. Melhor uma Hóstia recebida no estado de graça. A alma acaba por aprender a aritmética da eternidade.

A Guerra Civil sob a Pele

São Paulo recusa linguagem suave. A carne e o espírito lutam uns contra os outros. O cristão carrega um campo de batalha dentro das suas costelas.

Aqui, «carne» vai muito além do apetite sexual. No seu comentário a Gálatas, São Tomás de Aquino segue Santo Agostinho: um homem vive segundo a carne sempre que vive segundo si mesmo. É por isso que a lista de São Paulo inclui inimizades, ciúmes, ira, contendas, divisões e seitas. O amor-próprio desordenado pode vestir roupas respeitáveis. Pode citar o direito canónico, defender uma proposição sã e saborear cada palavra cruel digitada sobre um inimigo.

Isso merece um exame rigoroso entre os católicos tradicionalistas. Um homem pode segurar o missal certo e nutrir ódio. Pode diagnosticar com precisão o modernismo enquanto se alimenta da ira até os seus filhos experienciarem a crise na Igreja principalmente como o mau tempo permanente dentro do pai. Uma mulher pode reconhecer um escândalo antes das suas amigas e depois desfrutar do pequeno trono que o conhecimento superior lhe concede. A causa é santa. A carne ainda quer a sua parte.

A verdade por vezes requer um golpe dado com precisão. O próprio São Paulo adverte que aqueles que praticam pecados graves «não herdarão o Reino de Deus». A brandura nunca significou borrar a fronteira entre verdade e erro. Contudo, o Apóstolo coloca a fé, a modéstia, a continência e a castidade ao lado da caridade, da alegria, da paz e da paciência. O Espírito Santo produz toda a colheita. Um zelo que destrói sistematicamente a paz, a oração, o afeto familiar e a honestidade apanhou algo alheio pelo caminho.

Guéranger faz uma distinção que a nossa época fácil preferiria esquecer: a penitência responde a uma dívida de justiça; a mortificação é exigida pela prudência. São Tomás vai à raiz. Um bom médico trata a causa da doença, por isso a carne deve ser domada em vez de lhe serem dadas oportunidades sem fim para depois a culpar após a queda.

Para a maioria dos leigos, a cruz necessária parecerá ordinária. Deixem o telemóvel noutra divisão quando os mexericos eclesiásticos começarem a arranhar a mente. Recusem um segundo copo de vinho. Mantenham a sexta-feira com suficiente seriedade para a sentirem. Levantem-se quando o despertador tocar. Engulam a resposta devastadora que ganharia uma discussão e feriria um cônjuge. Jejuem com discrição. Desviem o olhar rapidamente. Nada disto merece a graça. Limpa as ervas daninhas em redor de uma vida já plantada pela graça.

São Paulo diz que aqueles que pertencem a Cristo «crucificaram a sua carne». A crucificação leva tempo. Os velhos apetites mantêm-se vivos o suficiente para se queixarem, mas perdem o direito de governar. Um prego atravessa a vaidade, outro a luxúria, outro a necessidade furiosa de ter a última palavra. Cristo partilha a Sua Cruz porque tenciona partilhar a Sua liberdade.

O Que Sente o Fruto

O texto em latim refere «obras» da carne e «fruto» do Espírito. São Tomás explica a diferença de forma magnífica. O pecado é um crescimento alheio, algo torcido afastado da natureza que Deus plantou em nós. Os atos nascidos da graça merecem o nome de fruto porque crescem de uma fonte viva e trazem um antegosto de doçura.

Essa doçura pode ser silenciosa. A paciência assemelha-se a uma mãe a responder à mesma pergunta assustada depois de uma criança acordar às duas da manhã. A longanimidade é o católico que rezou vinte anos por um filho e ainda põe o nome dele debaixo de uma vela. A continência pode consistir numa decisão invisível tomada num computador. A paz pode existir enquanto o resultado médico permanece inalterado.

O fruto expõe também a espiritualidade falsa. Se anos passados a estudar a crise da Igreja nos tornam menos capazes de caridade, alegria, doçura e castidade, a nossa leitura ultrapassou a nossa oração. Mais informação aprofundará a vala. O remédio pode começar com a confissão, o sono, um passeio com a esposa e uma semana longe do ecrã luminoso.

Um pai descobriu isto quando o seu filho de oito anos olhou do jantar e perguntou: «A Igreja fez alguma coisa má hoje de novo?» O rapaz aprendera a reconhecer a expressão no rosto do pai sempre que Roma aparecia no telefone. Desde então, o aparelho ia para uma gaveta da cozinha antes da bênção. O pai continuou a ler. Também deixou de obrigar cinco filhos a jantar dentro da chancelaria.

A Igreja precisa de sentinelas. Precisa também de lares onde as crianças associem a vida católica a velas, canto, perdão, piadas à mesa e pais que possuam almas maiores do que a última indignação. O fruto do Espírito é a prova de que o Céu já começou o seu trabalho em solo caído.

O Mestre Oculto dentro da Ansiedade

Mammon significa riquezas, embora os antigos comentadores lhe deem um alcance mais amplo: posses, interesses mundanos, os meios visíveis pelos quais um homem tenta assegurar-se a si mesmo. Cornélio a Lapide assinala que Nosso Senhor condena o serviço das riquezas em vez da sua mera posse. Abraão teve riqueza. Davi também. Um homem possui dinheiro quando o ordena para o dever, a esmola, o culto e o bem daqueles que lhe foram confiados. O dinheiro possui o homem quando os seus comandos superam os de Deus.

Padre Leonardo Goffine define o serviço a Deus em termos caseiros: fazer fielmente o que Deus pede segundo o estado de vida de cada um, por amor d’Ele. Essa definição aproxima desconfortavelmente o Evangelho. O senhor de uma vida revela-se pela voz que resolve disputas práticas.

Qual voz vence quando a Missa de domingo colide com um torneio de uma criança? Quando dizer a verdade ameaça a promoção? Quando outra gravidez rearranja o plano cuidadoso? Quando um sacerdote sabe que a reverência lhe custará o favor?

A ansiedade entra porque o serviço dividido é exaustivo. O termo grego por detrás de «não vos aflijais» sugere uma mente despedaçada. Lapide descreve um cuidado que distrai o coração de Deus e o inclina para a terra. Cristo deixa espaço para a previsão, o trabalho honesto, as poupanças, os seguros e o almoço de amanhã. São João Crisóstomo, preservado na Catena Aurea de São Tomás, diz que Nosso Senhor proíbe o cuidado ansioso enquanto mantém o trabalho no seu lugar.

Os pássaros continuam à procura de comida. Constróem os seus ninhos um graveto de cada vez. A sua liberdade está noutro lugar: nenhum pássaro confunde o celeiro com a Providência.

Nosso Senhor vai direito à ferida. «O vosso Pai sabe.» Diz Pai em vez de um título divino distante, porque o remédio para a ansiedade pagã é a confiança filial. O pagão perscruta o horizonte como um órfão. O homem batizado trabalha sob o olhar de um Pai.

Essa promessa não traz garantia de despensa cheia segundo o nosso calendário preferido. Mártires passaram fome. Santos viram as suas quintas falirem e os filhos morrerem. «Todas estas coisas vos serão dadas por acréscimo» significa que os bens temporais permanecem sob a Providência e chegam na medida que Deus julga conducente à salvação. Por vezes dá pão. Por vezes dá a força para faltar sem traição. Qualquer dos dons vem de um Pai.

Quando Mammon Aprende Latim

As instituições sofrem tentações semelhantes às dos homens. Uma diocese pode começar a servir a solvência, a reputação, o acesso, os aplausos ou a paz burocrática. Mammon veste uma estola romana com bastante conforto. Pede apenas que as coisas eternas sejam geridas segundo o risco mundano.

A Missa tradicional tornou essa tentação visível. Traditionis custodes declarou os livros litúrgicos reformados «a única expressão» da lei da oração do Rito Romano, proibiu a criação de novos grupos tradicionais e, em regra, empurrou as suas Missas para fora das igrejas paroquiais. Um rescrito de 2023 reservou as dispensas-chave à Santa Sé. O culto ancestral da Igreja Romana foi transformado numa exceção administrativa precária pelos próprios homens encarregados de guardar aquilo que receberam. O texto é claro.

Há poucos dias, Leão voltou a defender a revisão conciliar como necessária, elogiou a «racionalização» dos livros mais antigos e reconheceu que os abusos pós-conciliares ainda ocorrem. A sua audiência de 26 de agosto chegou quatro dias antes do Introito dominical que diz aos fiéis despojados que um dia nos átrios de Deus supera mil noutro lugar.

Há aqui uma ironia sombria. Católicos atraídos por um rito que ensina o desapego dos príncipes foram treinados a esperar por assinaturas, dispensas, consultas e permissões de dois anos. Uma permissão pode expirar. O património que regula permanece santo. A Missa dos Séculos não adquire o seu valor por causa de um memorando favorável.

A resposta é a fidelidade sem frenesi. Exponham a mentira. Guardem os recibos. Recusem os eufemismos. Depois, rezem pelo homem cujas palavras criticaram, examinem os vossos próprios pecados e voltem às tarefas que estão dez pés à frente da vossa secretária. A polémica católica deve deixar o leitor mais claro, mais firme e mais pronto a salvar a sua alma.

Melhor do que Confiar nos Príncipes

Este verão tornou o Gradual dolorosamente atual: «É melhor refugiar-se no Senhor do que confiar no homem. É melhor confiar no Senhor do que confiar nos príncipes.»

Depois das sagrações episcopais de 1 de julho em Écône, a Congregação doutrinal de Roma declarou o ato cismático, tratou os seis bispos como excomungados, estendeu penas graves ao clero e aos aderentes formais da Sociedade e declarou inválidas as suas confissões e casamentos. O decreto romano e nota explicativa usam a linguagem mais pesada disponível. A Sociedade respondeu que os quatro homens foram sagrados como auxiliares sem jurisdição, devido a uma necessidade excepcional de preservar a Tradição e servir as almas. A sua declaração de 1 de julho é igualmente clara quanto à sua intenção.

Os argumentos canónicos merecem um tratamento sóbrio. O Gradual de domingo vai para além deles. Nenhum príncipe se torna objeto de fé teológica. A autoridade vem de Deus, permanece responsável pelo fim para o qual Ele a concedeu e encontra a sua lei mais alta na salvação das almas. A primazia papal não exige que um católico finja que o culto herdado se tornou perigoso em 2021, ou que a grave confusão em toda a Igreja de repente se torne inofensiva sempre que uma congregação olha para outro lado.

A fúria de Roma contra a Tradição, enquanto a ambiguidade doutrinal e a degradação litúrgica vagueiam à luz do dia, revela uma hierarquia de ansiedades gravemente desordenada. Mesmo assim, Écône permanece um instrumento. Cristo é dono da Tradição. Nenhuma diocese, sociedade, personalidade ou órgão de comunicação pode carregar o peso de ser salvador.

Antes das sagrações, a FSSPX publicou uma oração pelos futuros bispos. Pediu pastores cheios de fé e caridade que nunca traíssem a verdade por lisonja ou medo, fizessem das trevas luz ou chamassem ao mal bem. Rezai por cada bispo assim. Rezai por ele como pelo sacerdote na capela da missão e pelo pai ajoelhado ao lado dos filhos. Depois pedi-o para vós mesmos. Todo o cristão governa algum pequeno território onde o medo procura um trono.

Provei e Vede

O Ofertório dá a resposta a toda a Missa: «O Anjo do Senhor acampa em redor daqueles que O temem e livra-os. Provei e vede como o Senhor é bom.»

A crise é discutida até à exaustão. O altar age sobre o pecado.

Na Secreta, a Igreja chama àquilo que está diante de Deus um sacrifício salvífico, uma purificação das nossas ofensas e uma propiciação da majestade divina. A emergência mais profunda do homem nunca foi comida, roupa, emprego ou mesmo o colapso visível do governo eclesiástico. Foi o pecado. O Pai respondeu a essa emergência com a Vítima sobre o altar.

Depois, quando os fiéis se aproximam do corrimão, a antífona da Comunhão repete o Evangelho: «Buscai primeiro o Reino de Deus.» O mandamento tem agora carne e sangue. O Reino vem sob a aparência de pão. O Rei dá-Se a Si mesmo antes de nos enviar de volta às contas, enfermarias, escritórios hostis e paróquias confusas.

Isto muda a ansiedade por dentro. Ainda sentimos a pressão no peito. Ainda fazemos contas, ligamos ao médico e perguntamo-nos o que acontecerá aos filhos. Contudo, o medo perdeu o seu altar. Pode falar; pode nunca oferecer mandamentos.

A pós-Comunhão pede que o Sacramento nos purifique e fortaleça continuamente e nos conduza à salvação eterna. Aí está a medida final da Providência. Deus dispõe todas as coisas para um fim além do túmulo. Um emprego perdido, uma igreja fechada, uma doença, até uma condenação injusta podem tornar-se matéria nas mãos da graça. Ninguém recebe a última palavra.

Antes do próximo domingo, escrevam aquilo cuja perda vos assusta mais. Sejam concretos. Salário. Saúde. Afeto de um filho. Acesso à Missa. Reputação. Depois perguntem o que essa ansiedade já exigiu em obediência.

Escolham uma pequena mortificação dirigida à sua raiz. Façam um ato de confiança que também cumpra um dever real: enviem a candidatura, marquem a confissão, deem a esmola, peçam desculpa, cancelem a intrusão de domingo ou peçam ajuda. A Providência raramente recompensa a passividade. A primeira linha de Maria foi a Missa; a segunda foi uma chamada telefónica.

E quando a mente começar o seu velho julgamento à meia-noite, respondam-lhe com as palavras que a Igreja colocou na nossa boca: «É melhor confiar no Senhor.» Dizei-o devagar o suficiente para ouvirem a quem estivestes a confiar até agora.

O Pai sabe aquilo de que os Seus filhos necessitam. Sabe também aquilo de que a Sua Igreja necessita. A nossa tarefa não é inventar um terceiro senhor nem negociar uma paz entre Cristo e Mammon. Buscamos o Seu Reino e a Sua justiça, crucificamos aquilo que nos afasta deles e cumprimos o próximo dever com ambas as mãos.

Eis, ó Deus, o nosso Protetor. Olhai para a face do Teu Cristo. Guardai a Vossa Igreja quando os seus guardiões humanos tropeçarem; guardai os nossos lares quando o medo rondar a porta; guardai as nossas almas das pequenas apostasias cometidas por comodidade. Ensinai-nos a ordem do Céu: primeiro o altar, depois o dever, e as necessidades confiadas ao Pai. E, através desta longa noite eclesiástica, dai-nos olhos para as provas silenciosas do Seu domínio: o pássaro alimentado ao amanhecer, a lírio vestido sem ansiedade e a graça amadurecendo em almas que escolheram um único Senhor.»